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Saiba os principais cuidados com o lixo que você precisa aderir

Em tempos normais, fazer o descarte correto de seus resíduos sólidos já é importante para a saúde da população e meio ambiente. Nestes tempos de pandemia, a prática é ainda mais essencial!

O novo coronavírus é um vírus com extrema facilidade em se dissipar. Ele pode sobreviver por horas, e até dias, nos resíduos, até em materiais recicláveis, como luvas, máscaras e outros materiais de proteção. 

Recentemente, a PNUMA, um programa da ONU, anunciou que o combate ao coronavírus está diretamente ligado a uma gestão correta de nossos resíduos. Evitar que o lixo contaminado se perca e derrame dos sacos é fundamental para evitar a que a COVID-19 se espalhe ainda mais.

Exatamente por este motivo, o setor de resíduos sólidos separou algumas orientações que são fundamentais serem levadas em consideração na hora de descartar seu lixo. Portanto, anote as dicas e faça sua parte.

Dicas:

1. Considerar como resíduo infectante ou tóxico todos aqueles que tiverem contato com o doente ou com suas secreções e excretas, tais como lenços descartáveis, papel higiênico, copos plásticos, canudos, luvas, máscaras, curativos, frascos e restos de medicamentos, seringas, agulhas, restos de comida, etc.

  1. Usar uma lixeira separada para os resíduos infectantes ou tóxicos, com tampa e saco plástico resistente, e colocá-la onde não fique acessível a crianças e animais. Embora depois sejam coletados junto com o comum, isso é mais seguro e facilitará o manuseio em casa.
  2. Descartar imediatamente na lixeira os resíduos infectantes, sem colocá-los em contato com outros utensílios ou superfícies. Seringas e agulhas devem ser colocadas antes em caixas ou frascos que protejam contra perfurações.
  3. Não separar para coleta seletiva ou cooperativas nenhum reciclável que tenha tido contato com os doentes. Considerar todos como resíduos infectantes, e descartá-los na lixeira própria.
  4. Esvaziar a lixeira sempre que estiver 2/3 cheia, e no mínimo diariamente. Manusear o saco plástico com cuidado, sempre pelo lado externo. Colocá-lo dentro de um segundo saco plástico, para maior proteção.
  5. Colocar os sacos com resíduos infectantes em local não acessível a crianças e animais, e descartá-los na próxima coleta pública. Não podem ser descartados em ecopontos e nem em caçambas.
  6. Em condomínios, solicitar ao síndico que estabeleça procedimento interno para os resíduos infectantes e tóxicos.

Descarte

O descarte incorreto de máscaras, luvas e outros tipos de resíduos infectados podem aumentar a disseminação do vírus. O mundo enfrenta um cenário sem precedentes: uma pandemia de COVID-19, um vírus novo para a população e que já fez milhares de vítimas em todo o globo. 

Cada dia que passa, o número de pessoas infectadas cresce e, junto com isso, muitos tipos de resíduos perigosos e hospitalares estão sendo gerados, como máscaras, luvas e outros itens infectados, sem contar os resíduos não infectados que estão sendo gerados também. A gestão inadequada desses resíduos pode causar efeitos imprevisíveis na saúde humana e no meio ambiente. 

Por isso, o manuseio seguro e o descarte final desses materiais são essenciais para uma resposta de emergência eficaz, disse o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).Diante deste novo contexto, os governos precisam dar atenção especial ao tratamento e gestão de resíduos — sejam eles hospitalares, domésticos ou de outros tipos — e enxergá-los como um serviço público urgente e essencial para minimizar possíveis impactos secundários à saúde e ao meio ambiente.

O gerenciamento correto de resíduo biomédico e de serviços hospitalares requer identificação, coleta, separação, armazenamento, transporte, tratamento e descarte apropriados, além de outras práticas importantes, como desinfecção, proteção e capacitação de pessoal.

Uma conduta segura do lixo doméstico também será, provavelmente, crucial durante a pandemia de COVID-19. Os resíduos de serviços médicos, como máscaras, luvas, medicamentos usados ​​ou vencidos, bem como outros itens contaminados, podem facilmente se misturar ao lixo residencial comum – se não forem mantidos rígidos controles –, o que pode ser responsável pela disseminação ainda maior da doença. Exatamente por este motivo, devem ser tratados como resíduos perigosos e descartados separadamente. Eles devem ser armazenados separadamente de outros resíduos e coletados por especialistas das prefeituras ou por empresas de coleta especializadas.

As diretrizes sobre as especificidades da reciclagem ou descarte de resíduos são detalhadas na Cartilha sobre Resíduos Biomédicos e de Serviços de Saúde, da Convenção da Basileia.

Neste momento, as Partes da Convenção da Basileia estão trabalhando em um documento de orientação para o gerenciamento correto do lixo doméstico e, embora este documento ainda não esteja finalizado, um rascunho foi liberado para consulta e orientações provisórias.

Como agir em relação ao descarte e coleta de lixo?

É desafiador para todos manter uma conduta de descarte de lixo. A gestão dos resíduos deve ser feita de forma correta, para que não reflita na propagação do vírus. Veja o que fazer ao descartar o lixo:

*todas as vezes que abrir a lixeira, usar um spray com 50 ml de água sanitária diluída em um litro de água e borrifar o conteúdo do saco;

*após fechar o saco de lixo, borrifar mais uma vez o interior da lixeira e, ao lacrar o saco, borrife por fora;

*utilizar dois sacos de lixo para proceder com o descarte. Após isso, lacrar e borrifar o exterior do segundo saco;

*colocar os objetos cortantes em caixas de papelão ou no interior de garrafas pets;

*procurar respeitar o horário de coleta, descartando o lixo no horário adequado;

*havendo alguém com a doença, outra pessoa deverá se encarregar do lixo e fechar bem o saco;

*se usar máscara descartável, não a colocá-la diretamente no lixo. Antes, deposite-a em um saco plástico e feche bem. Ela deve ser descartada no lixo rejeito.

Deixe os resíduos separados por um tempo

Caso seja possível, o ideal é deixar os materiais utilizados por pessoas contaminadas ou suspeitas de contaminação, separados por um tempo antes de serem colocados para coleta, como se fosse uma espécie de quarentena.

Nesse tipo de prática, os itens devem ficar armazenados em um local separado antes de serem descartados. Isso também vai evitar que qualquer pessoa que possa ter contato com eles seja exposta ao risco ou se contamine.

Essa medida se deve ao fato de que, dependendo do tipo de vírus, ele pode sobreviver por diversos dias em papéis, plásticos e vidros. Então, todo cuidado é bem-vindo.

Como é a situação de coleta de lixo em condomínios

O descarte de lixo em condomínios precisa atender a algumas exigências, como determinar o horário para a organização do lixo do prédio. Veja algumas dicas, que apesar de serem simples, tornam o processo mais prático e rápido!

Separar os diferentes tipos de lixo

Organizar todos os itens a serem descartados por tipos requer um trabalho a mais, porém, é fundamental. Ter lixeiras de coleta seletiva no condomínio é essencial para esse trabalho e, certamente, agilizará e tornará tudo mais organizado na hora do descarte.

Um local apropriado para acondicionar o lixo que é orgânico e o que não é facilita, tanto para quem separa, quanto para quem o recolhe. O morador deve colaborar também, depositando o lixo correto no local apropriado. Se todos fizerem a sua parte, o trabalho terá um bom resultado.

Respeitar os dias de coleta do local

É comum que em cada bairro existam dias e horários específicos de coleta. Para conferir os dias de sua área, é só entrar em contato com a prefeitura de sua cidade — eles fornecem o horário e os dias que coletam na região de sua residência. É muito importante que o síndico de cada condomínio informe a todos os moradores, visto que pode ocorrer multa, caso os dias de descarte não sejam respeitados.

Definir locais de descarte

É de extrema importância, principalmente neste período de pandemia, que o lixo não se acumule. Em alguns condomínios, existem locais específicos, o que evita situações de acúmulo exagerado, que pode gerar mau cheiro, acúmulo de lixo e outros inconvenientes.

Conscientizar os moradores

De nada adianta muita organização e esquemas para facilitar e manter o condomínio limpo e cheiroso se não houver a participação e conscientização dos condôminos. Sendo assim, para haver um descarte correto, respeitando-se as regras, é necessário que todos se empenhem. Uma boa forma de conscientizar os moradores é por meio de cartazes, por lembretes no mural digital ou, mesmo, no quadro de avisos do condomínio.

Hoje, existem empresas que oferecem soluções condominiais de todo tipo, entre elas a limpeza. São equipes de especialistas em higienização personalizada para o seu condomínio, que estão sempre prontas para qualquer desafio.

O que fazer com o lixo, em caso de morador de condomínio infectado

Os profissionais que trabalham na linha de frente contra a COVID-19 precisam da colaboração e conscientização de todos — são eles os agentes de limpeza pública, assim como outros coletores de lixo. Por isso, é importante que todos tenham consciência de que o lixo produzido por nós pode ser um agente infectante para essas pessoas, se não forem descartados apropriadamente.

Diante disso, há necessidade de um rigor maior nos cuidados, no caso de pessoas infectadas pela COVID-19 ou que são suspeitas de estarem com a doença, que moram em condomínio. Dessa forma, o material descartado pelo morador deve conter uma identificação como lixo infectante — podendo ser anotado no próprio saco ou mesmo etiquetado. No entanto, no momento da coleta, o profissional deve ser informado sobre o descarte.

Os cuidados com o descarte e coleta de lixo, durante a pandemia, merecem muita atenção. Principalmente, para não provocarem contaminação em pessoas que trabalham na linha de frente no combate à COVID-19 e, por isso, merecem muita consideração por parte de todos.

Contaminação 

Ainda têm poucos estudos que possam comprovar isso, que podem ligar o lixo doméstico à questão da Covid-19. Mas existe um potencial teórico, porque se você tiver contaminado, você pode distribuir esse vírus no ambiente, inclusive em materiais e lixos que serão descartados, através da tosse, do espirro, porque esse vírus fica muito na região da faringe, da narina da pessoa, e através das mãos. 

A sua mão que vai atuar como um contaminante de lixo, de superfícies e etc. Então, se uma pessoa entra em contato com esse lixo, já que esse vírus pode persistir de horas até alguns poucos dias, esse material que é descartado, potencialmente, se torna um material infectante. É preciso que as pessoas tenham bastante cautela e cuidado na hora de descartar esses lixos, principalmente casas e domicílios onde existem doentes confirmados que estejam em fase de produção do vírus e de transmissibilidade.

Catadores de recicláveis

No caso da Covid-19, o ideal é que esses materiais sejam embalados, descartados, para que não sejam recicláveis, devido à chance de contaminação. De uma maneira geral, falamos não só de coronavírus, mas de qualquer tipo de vírus, bactéria… essas pessoas têm que usar luvas, higienizar bem as mãos, antes de colocarem as luvas, usar uma máscara também. São medidas de precaução normais que devem ser mantidas, principalmente na época dessa pandemia, por medidas de biossegurança.



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